Sua experiência como mãe, professora e médica proporcionou-lhe uma visão dos impactos acadêmico, emocional e social de crianças e adultos com dificuldades visuais e cognitivas e as repercussões familiares destes problemas.
Ao observar indivíduos com capacidade verbal e audiológica inquestionáveis e exame oftalmológico aparentemente normal obtendo resultados escolares e profissionais muito aquém de seu potencial intelectual e esforço despendidos passou a investigar os distúrbios de aprendizado.
Em seu trabalho pela Fundação Hospital de Olhos, associando técnicas e exames na análise das relações oculomotoras e a percepção em uma abordagem MULTIDISCIPLINAR contando sempre com o apoio de profissionais de áreas afins como psicólogos, pedagogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e neuropediatras tem observado melhoras significativas destes pacientes.
A Neurovisão é a ciência que estuda o processamento das informações captadas pelos nossos olhos.
Os sinais luminosos do ambiente passam pela córnea e pelo cristalino e são projetados sobre a retina. Essas informações são transformadas em sinais eletroquímicos e são conduzidas pelo nervo ótico para as partes do cérebro que são responsáveis pela formação das imagens – e também para outras regiões do sistema nervoso central.
Isso acontece em milésimos de segundo, o que nos dá a sensação de instantaneidade da visão.
Tradicionalmente, os oftalmologistas têm-se dedicado mais ao estudo e correção de doenças ou problemas que ocorrem nos olhos.
A Neurovisão, por sua vez, estuda as condições neurossensoriais de condução dos estímulos fotoquímicos, os sistemas integrados corticais, redes neuronais e outros processos cerebrais e subcorticais envolvidos com a visão, além dos possíveis distúrbios nesse complexo sistema.
A Síndrome de Irlen (S.I.) é uma alteração visuoperceptual, causada por um desequilíbrio da capacidade de adaptação à luz que produz alterações no córtex visual e déficits na leitura.
A Síndrome tem caráter familiar, com um ou ambos os pais também portadores em graus e intensidades variáveis. Suas manifestações são mais evidentes nos períodos de maior demanda de atenção visual dos indivíduos, como nas atividades acadêmicas e profissionais que envolvem leitura por muito tempo, seja com material impresso, no computador, no tablet ou no celular.
A caracterização desta síndrome foi feita pela psicóloga Helen Irlen, com um estudo prospectivo envolvendo centenas de adultos considerados analfabetos funcionais pela leitura deficiente e baixa escolaridade.
A pesquisadora concentrou seus estudos nos sintomas “visuais”, denominando-os de Síndrome da Sensibilidade Escotópica – fazendo alusão ao escuro – devido à preferência por locais menos iluminados durante tarefas com maior exigência visual.
Saiba tudo sobre a Neurovisão, tratamentos, impacto no cotidiano, aprendizagem, desenvolvimento e desempenho acadêmico, profissional e torne-se um Screener, ao agregar uma técnica de avaliação e auxílio aos que têm dificuldade de aprendizagem.
Ao se certificar, você estará apto para compreender e identificar a síndrome de Irlen e intervir precocemente, aplicando a metodologia correta.
Conheça os dois cursos que disponibilizamos!
Neurovisão
Estudo do Processamento Visual
É a sua oportunidade de conhecer sobre a Neurovisão, o processamento visual e impacto desses no cotidiano, aprendizagem, desenvolvimento e desempenho acadêmico e profissional.
Objetivos:
Público-alvo:
Pessoas interessadas no tema, especialmente os pais de pacientes da Neurovisão e indivíduos que atuam no ramo da saúde e educação, como pedagogos, professores particulares, médicos, etc.
Síndrome de Irlen
Formação de Screeners
Uma oportunidade de ampliar o seu horizonte profissional, se tornando um Screener, ao agregar uma técnica de avaliação e auxílio aos que têm dificuldade de aprendizagem.
Você estará apto para compreender e identificar a síndrome de Irlen e intervir precocemente.
Objetivos:
Público-alvo:
Profissionais da área da saúde e educação
Observação:
Curso valido para quem encerrou o curso anterior, “Neurovisão – Estudo do Processamento Visual”.
Como uma das principais oftalmologistas da região do país, a Dra. Marcia Guimarães é conhecida por seu cuidado personalizado e atenção aos pequenos detalhes. Ela está pronta para ajudá-lo(a) a alcançar a melhor visão possível, independentemente da condição ocular que você esteja enfrentando.
Na clínica da Dra. Marcia Guimarães, localizado dentro do Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães (Holhos), você e seus acompanhantes serão tratados com a mesma dedicação e profissionalismo que esperaria de qualquer clínica de saúde de alta qualidade, e com algo mais: a atenção pessoal da Dra. Marcia. Ela dedicou anos de sua vida estudando e trabalhando na oftalmologia para fornecer os melhores cuidados para seus pacientes.
A clínica da Dra. Marcia Guimarães está equipada com a mais recente tecnologia médica para garantir que você receba o diagnóstico mais preciso possível. A Dra. Marcia e equipe oferecem uma ampla gama de serviços para pacientes de todas as idades e com todas as condições oftalmológicas.
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